Para muitos que sentem atração pelo mesmo sexo, o celibato reveste-se com uma aparência de “condenação”,
pois lhes tolheria a possibilidade de serem felizes junto com outra pessoa. Isso se
deve, de certa forma, pela visão moderna de que a felicidade só se encontra
quando se tem um parceiro romântico para satisfazer suas necessidades
emocionais e sexuais. Seguindo em parte esse pensamento, muitos católicos
enxergam como opção de vida apenas duas possibilidades: casamento ou vida
consagrada (no sacerdócio ou na vida religiosa). O celibato leigo, vivido no
mundo e sem votos, é assunto desconhecido, inexistente, senão impossível e
impraticável. Os sermões que escutamos pouco falam da possibilidade de
santidade para alguém que não se casou (seja por escolha, por não ter
encontrado a pessoa correta, ou por algum impedimento, como a atração pelo
mesmo sexo) e que tampouco optou pela vida consagrada no sacerdócio ou numa
comunidade religiosa. Em conversas de amigos sempre há a referência ao homem ou
mulher que é solteiro, que deve ser infeliz por causa de seu estado de vida. No
entanto, o que fala realmente a Igreja sobre o celibato? Ele é restrito apenas
a padres e religiosos? Nossa Igreja nunca ensinou sobre o celibato leigo,
vivido no mundo e como forma de santificação?
O seguinte excerto,
extremamente rico e mostrando exatamente o contrário do que a maioria pensa,
foi extraído do texto preparatório para a catequese para o Encontro Mundial das
Famílias, que se realizou na cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos, em
setembro de 2015, e teve como tema “O amor é a nossa missão – a família
plenamente viva”. Nele é explicitado “todo
o ensinamento católico sobre sexualidade, matrimônio e família, cuja fonte
provém do conhecimento fundamental da pessoa de Jesus.” O texto fala por si
mesmo, e o original completo pode ser encontrado aqui. Esperamos que, a partir dele, os
sermões falem mais desse estado de vida tão rico quanto os outros; que, após
sua leitura, os católicos que possuem uma concepção limitada dos estados de
vida ampliem essa visão; e que, com sua reflexão, muitos irmãos com atração
pelo mesmo sexo abracem, de forma alegre, o mesmo estado de vida dado como
exemplo por Jesus e seguido por outros tantos santos, leigos ou não.
TODO
AMOR DÁ FRUTO
Nem todos são chamados ao
matrimônio. Mas toda vida é destinada a ser fecunda. Toda vida tem o poder e a
necessidade de nutrir nova vida –se não for por meio da geração e criação de
filhos, então por outros meios vitais de doação, realização de obras e de
serviços. A Igreja é uma família com
diferentes vocações, cada uma distinta, mas cada uma necessita das outras e se
apoiam mutuamente. O sacerdócio, a vida religiosa e a vocação do celibato laical
enriquecem e são enriquecidos pelo testemunho do estado matrimonial. As diferentes maneiras de ser casto ou
celibatário fora do matrimônio são formas de doar a vida ao serviço de Deus e
da comunidade humana.
A fecundidade espiritual
do celibato
 |
Beato Contardo Ferrini
Professor Universitário e Leigo Celibatário |
91. Dois sacramentos da Igreja
são os únicos dedicados “à salvação dos outros.” A Ordem e o Matrimônio
“conferem uma graça especial para uma missão particular na Igreja em ordem à
edificação do povo de Deus”.91
92. Em outras palavras, nem
todos homens e mulheres precisam ser pais biológicos para irradiar o amor de
Deus ou para fazer parte da “família de famílias” que conhecemos como sendo
Igreja. A vocação para o sacerdócio, ou voto de vida religiosa, tem a sua
própria integridade e honra. A Igreja sempre precisa de padres e religiosos, e
os pais devem ajudar todos os seus filhos e filhas a estar atentos à
possibilidade de que Deus possa estar chamando-os para oferecer a sua vida
dessa forma.
93. Além disso, há muitos
leigos celibatários que têm o seu próprio papel insubstituível na Igreja. A
Igreja conhece muitas distintas maneiras de se viver o celibato, mas todas são,
de uma forma ou outra, um chamado para servir a Igreja e fomentar a comunhão de
modo a serem análogas à paternidade.
94. O celibato autêntico -
seja leigo, ordenado ou consagrado — é orientado para a vida social e
comunitária. Ser um “pai espiritual” ou “mãe espiritual” — talvez como membro
do clero ou religioso, mas também como padrinho, um parente adotado, ou um
catequista ou professor, ou simplesmente como mentor e amigo - é uma vocação
estimada, algo essencial para uma comunidade cristã saudável e próspera.
95. São João Paulo II uma vez
refletiu sobre as qualidades maternas de Madre Teresa, e, por extensão, sobre a
fecundidade e a fertilidade espirituais da vida celibatária em geral:
É muito habitual chamar “madre” a uma
religiosa. Mas em Madre Teresa este apelativo assumiu uma intensidade especial.
Uma mãe conhece-se pela capacidade de se dar. Observar Madre Teresa no trato,
nas atitudes, no modo de ser, ajudava a compreender o que significava para ela,
além da dimensão puramente física, ser mãe; ajudava-a a chegar à raiz
espiritual da maternidade.
Sabemos bem qual era o seu segredo:
ela estava cheia de Cristo e, por isso, olhava para todos com os olhos e o
coração de Cristo. Tinha tomado a sério a sua palavra “Tive fome e destes-me de
comer...” (Mt 25, 35) Por isso, não se cansava de “adotar” como filhos os
seus pobres. O seu amor era concreto, empreendedor; levava-a onde poucos tinham
coragem de chegar, onde a miséria era tão grande que provocava medo.
Não me admira que os homens do nosso tempo
sejam atraídos e fascinados por ela. Pois encarnou aquele amor que Jesus indicou
como distintivo para os seus discípulos: “Assim, todos saberão que sois meus
discípulos, se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13, 35).92
Vidas radiantes como a da
Beata Teresa de Calcutá e São João Paulo II mostram que o celibato nas suas
diversas variações pode ser uma maneira interessante, um belo caminho de vida.
A lógica e as possibilidades
do celibato
 |
São Giuseppe Moscati
Médico e Leigo Celibatário |
96. Anteriormente nesta
catequese, citando Santo Agostinho, vimos que a proposta de ter filhos não era
apenas continuar a espécie ou construir uma sociedade civil, porém, cumular a
cidade celestial com a alegria de uma nova vida. Esta distinção — entre a meta
natural de procriação e a vocação teológica para se preparar para o Reino de
Deus em plena realização — permite a Igreja fazer mais uma afirmação: para
cumprir o seu destino como homens e mulheres, todas pessoas podem ser fecundas,
mas nem todos precisam se casar.
97. A Igreja oferece o
casamento como uma vocação, uma possibilidade; por isso não pode ser uma lei ou
um requisito para uma realizada vida católica.93 Segue-se, então,
que o celibato precisa existir na vida social da Igreja para que o casamento
seja uma questão de liberdade em vez de impulso. Se existe de fato mais de uma
maneira de ordenar a própria vida sexual, a masculinidade ou a feminilidade em
relação à vida eterna, o celibato é esta alternativa. “A família é a vocação
que Deus inscreveu na natureza do homem e da mulher, mas existe outra vocação
complementar ao matrimônio: o chamamento ao celibato e à virgindade pelo
Reino dos céus. Foi a vocação que o próprio Jesus viveu.”94
98. Celibato e casamento não
competem um com o outro. Mais uma vez, como Santo Ambrósio ensinou: “nós não
louvamos nenhum para a exclusão dos outros... Isto é o que faz a riqueza da
disciplina da Igreja”.95 Celibato e matrimônio são vocações
complementares, pois ambos proclamam que a intimidade sexual não pode ser
testada.96 Tanto celibatários como pessoas casadas respeitam a
estrutura do amor da aliança e evitam o “teste” ou a intimidade condicional.97
Tanto o celibato como o casamento rejeitam o sexo no contexto chamado pelo Papa
Francisco de “cultura do descartável.”98 Tanto o celibato como o
casamento rejeitam relações sexuais condicionadas meramente na satisfação de
desejos eróticos.
99. Observar a disciplina do
celibato ou a do casamento são dois caminhos para homens e mulheres estarem em
solidariedade um com o outro e evitarem servir só aos desejos sexuais. Celibato e casamento são as únicas duas
maneiras de vida que convergem com a conclusão de que o casamento é a forma
plenamente humana para atos da procriação, à luz da imagem de Deus que habita
em nós e molda as nossas vidas. O celibato — que não só inclui padres e
religiosos consagrados, porém todos que são castos fora do matrimônio — é o
modo de vida de pessoas que não são casadas, mas que honram com as alianças.
100. Tudo o que a Igreja tem
ensinado sobre ser criado para a felicidade, sobre ser criado à imagem de Deus,
sobre precisar amar e ser amado, serve tanto para as pessoas celibatárias
quanto para as que são casadas. O
celibato pode ser confirmado e permanente, como no caso da vida religiosa
consagrada, ou no caso de alguém incapaz de se casar por causa de deficiência
ou outra circunstância, ou pode ser só potencialmente permanente, como no caso
de uma pessoa jovem discernindo sua vocação. Em todos estes casos, o
celibatário segue os passos de Jesus, amadurecendo, oferecendo o seu “eu” a
Deus, confiando no seu plano e construindo uma vida baseada no amor para com os
outros com piedade, paciência generosidade e serviço.
101. Em qualquer sociedade,
muitos serão marginalizados se o casamento é visto como obrigatório, como se
fosse preciso ter um parceiro romântico para ser completo. O celibato na Igreja
rebela-se contra esta ideia enganosa. Por exemplo, viúvas muitas vezes são
deixadas de lado em sociedades tradicionais, e pessoas solteiras em sociedades
modernas frequentemente socializam-se em clubes, pubs e bares onde a promiscuidade
é comum. Criar espaço alternativo, onde as pessoas que não são casados possam
experimentar a felicidade e ter uma missão, é uma significativa hospitalidade,
algo que cristãos precisam empreender uns para com os outros como forma de
libertação e acolhimento.
102. Algumas pessoas querem se
casar, mas não conseguem achar um cônjuge, devido a circunstâncias alheias à
sua vontade. Uma vida de esperança e espera não significa abandono a uma
existência estéril. Quando se vive em prontidão ativa à vontade de Deus ao modo
como esta vontade se desenvolve na história pessoal de cada um, fazendo do
“faça-se” de Maria o seu próprio, bênçãos poderão advir.99 Assim
como todos são chamados a dar e receber amor, como o amor cristão é voltado
para fora, o celibato é uma prática de comunhão. Quando nos amamos uns aos
outros castamente fora do casamento, o fruto é a amizade: “A virtude da
castidade expande-se na amizade [...]. A castidade exprime-se especialmente
na amizade para com o próximo. Desenvolvida entre pessoas do mesmo
sexo ou de sexos diferentes, a amizade representa um grande bem para todos.
Conduz à comunhão espiritual.”100
103. Celibatários — e de forma
limitada, mas análoga, os casais inférteis — também desfrutam de uma liberdade
única, uma liberdade atrativa para certos tipos de serviço, amizade e
comunidade. Celibatários e sem filhos são relativamente mais disponíveis para a
experiência casta na vida em comunidade, para carreiras que exigem
flexibilidade, para oração e contemplação. Os celibatários, casais sem filhos,
pessoas idosas, mesmo saudáveis (talvez com filhos adultos) têm benefícios
relacionados ao tempo que muitos pais normalmente não têm. Essas pessoas podem
se dedicar ao trabalho catequético e a outros ministérios paroquiais, e até
apostolados e testemunhar em situações perigosas o que seria impossível para
famílias com filhos. Os solteiros ou os casais sem filhos desfrutam de uma
disposição que lhes dá mais discrição e criatividade com relação às
possibilidades de hospitalidade e amizade. Quando São Paulo aconselha o
celibato, pensa estar propondo uma possibilidade que tem os seus desafios, mas
também tem os seus benefícios e liberdades: “Se, porém, casares, não estarás
pecando. E, se a virgem se casar, não peca. Mas as pessoas casadas terão as
tribulações da vida matrimonial, e eu gostaria de poupar-vos isso. Eu gostaria
que estivésseis livres de preocupações. Gostaria de vê-los livres de
preocupações.” (1Cor 7, 28 e 32a)
A aliança espiritual e social
entre celibato e casamento
 |
Beato Bartolo Longo
Leigo Celibatário |
104. O Catecismo da Igreja
Católica diz que “todos os fiéis de Cristo são chamados a viver uma vida casta
de acordo com seus estados particulares de vida. No momento do seu Batismo, o
cristão se compromete a viver a sua vida afetiva em castidade”.101 O
celibato, portanto, é aliado ao casamento, fazendo semelhante oferecimento
interno de si mesmo ao Senhor. Tanto pessoas celibatárias como casadas
comprometem a sua vida por meio da aliança com Deus de acordo com as suas
respectivas vocações. Existem diferenças práticas na vocação de cada indivíduo
particular, mas o movimento interno da alma, o próprio oferecimento do coração,
é semelhante em seu núcleo. Celibatários e cônjuges maduros estão
familiarizados, de modo sábio, com muitas das mesmas habilidades espirituais.
105. No caso do casamento,
quando esposos e esposas se doam um ao outro, com um amor que imita Jesus, o
dom mútuo de si mesmo é parte da obra de Cristo, se unindo ao mesmo espírito de
doação do próprio Jesus à Igreja. Quando os cônjuges trocam os seus juramentos
na Igreja, na sua liturgia de casamento, Cristo recebe o seu amor nupcial e faz
com que seja parte do seu próprio dom eucarístico de si para a Igreja e para o
Pai que, glorificado com o sacrifício do Filho, concede o Espírito Santo aos
cônjuges para selar a sua união.102 A nupcial fecundidade, assim, é
antes de tudo o dom e a tarefa do vínculo sacramental. É exatamente por isso
que São João Paulo II disse, de modo belo, que o vínculo nupcial que aos
cônjuges foi dado para desfrutar e viver faz deles “a lembrança permanente para
a Igreja do que aconteceu na Cruz; são para eles mesmos e para os filhos
testemunhas da salvação da qual o sacramento os faz participar”.103
106. No caso de celibato, um
raciocínio semelhante é possível. O amor de Cristo é continente porque faz dele
mesmo uma doação total; uma afirmação incondicional do outro “o que o homem
poderá dar em troca da sua vida?” (Mt 16, 26) O amor de Cristo é expresso no
seu desejo de compartilhar tudo de si com os seus discípulos (cf. Lc 22, 15),
para dar-se totalmente a eles e trazer a todos de volta ao Pai e compartilhar a
própria glória de Deus.104 O amor matrimonial é a lógica da aliança
que define o modo como procriamos; amor celibatário é a lógica da aliança
vitalizada na comunidade inteira.
107. Como casamento e celibato
são vocações complementares para adultos católicos, deveríamos criar os nossos
jovens para perceber que um parceiro romântico não é essencial para a
felicidade humana. Se o casamento em si toma forma de aliança de Jesus conosco,
e se esta aliança também cria a possibilidade, então a vida de jovens que não
são casados é melhor compreendida, não em termos de namoro ou relacionamentos
esporádicos, mas como um tempo de discernimento e cultivo de amizades. Os
hábitos e habilidades de verdadeira amizade são básicos para a vida, tanto no
casamento como em comunidades celibatárias. A questão sobre a vocação que
adolescentes e outros jovens enfrentam hoje em dia precisa envolver mais do que
preferência romântica. Os jovens precisam adquirir certas habilidades internas
espirituais, independentemente do que sua vida futura lhes reserva.
108. Por esta razão, as
paróquias deveriam prestar muita atenção à dimensão social da castidade e do
celibato. O celibato impõe desafios únicos, e, como o Catecismo da Igreja
Católica observa, aprender o autodomínio sexual implica um aspecto cultural: somos
pessoas independentes, e viver a castidade pode tanto ser facilitado como
impedido pela nossa situação social.105 As possibilidades de vida
que os jovens pensam ser imagináveis dependem dos exemplos que veem e das
histórias que ouvem.
109. Como o celibato é tão
“contracultura”, existe ainda o risco de que, mesmo nas paróquias, não seja completamente
entendido. Pessoas solteiras “merecem, portanto, a estima e a solicitude atenta
da Igreja, particularmente dos pastores.”106 Não só os pastores, mas
também a família e as pessoas solteiras deveriam dar passos concretos para
garantir que “solteiro”, no contexto católico, claramente não é o mesmo que
solitário ou isolado. Pessoas solteiras precisam de comunhão para compartilhar
os seus fardos e tristezas, bem como a responsabilidade e a oportunidade de
serviço. “Mas a todas é necessário abrir as portas dos lares, ‘igrejas
domésticas’, e da grande família que é a Igreja devem estar abertas” para os
não casados.”107
110. Esta visão sugere uma
necessidade para todos examinarem como se contribui para a atmosfera e a
essência da vida paroquial. Se os pais desencorajam os filhos ao sacerdócio, à
vida religiosa consagrada, ou a outras vocações celibatárias, então a
comunidade inteira deveria examinar a sua consciência. O celibato autêntico sempre é ricamente
social, e se o celibatário é visto como unicamente solitário ou alienado, então
algo na prática ou na estrutura da vida da comunidade está errado. Os
celibatários devem tomar iniciativas para servir e envolver-se, e as famílias
devem tomar medidas para ser hospitaleiras, para adotar “tias” e “tios” e para
ser inclusivos na construção de famílias ampliadas ou comunidades intencionais.
111. Uma rica vida social faz
todo tipo de celibato mais plausível para o mundo, porque enfraquece a crítica
do celibato que diz que semelhante vida é inevitavelmente solitária. Para
assumir esta visão, para superar a inércia dos hábitos sociais que segregam
solteiros e negligenciam as oportunidades do celibato, exige-se um compromisso
criativo, tanto por parte de leigos como do clero. Jesus é o nosso Senhor, e o
Senhor diz que “através deste testemunho todos reconhecerão que sois meus
discípulos: se tiverdes amor uns pelos outros.” (Jo 13, 35). O amor deve
visivelmente animar a vida paroquial para todos.
112. O Celibato não é estéril,
nem é “solteiro” no sentido de isolado ou autônomo. Na Igreja, todos somos
interdependentes, criados para a comunhão, criados para dar e receber amor.
Esta visão da vida humana gera inesgotável variedade de vocações criativas. O
celibato possui exigências únicas para aqueles que o adotam, mas celibatários
também têm privilégios e oportunidades únicas. Celibatários respeitam o
potencial sexual ou biológico do casamento, e agem a partir de uma semelhante
lógica e doação espiritual. Os celibatários e casais casados precisam um do
outro para sustentar e crescer a “família de famílias” que é chamada Igreja.
ABREVIAÇÕES
CIgC, Catecismo da
Igreja Católica
CCIgC, Compêndio do Catecismo
da Igreja Católica
FC, Familiaris Consortio
NOTAS
91. Compêndio do Catecismo da
Igreja Católica (CCIgC) (2005), 321
92. Papa João Paulo II,
Discurso “Encontro das famílias adotivas organizado pelas Missionárias da Caridade”
(5 de setembro de 2000)
93. Cf. 1Cor 7,25-40.
94. Papa Francisco, Discurso
“Encontro com os jovens da Região da Úmbria” Assis (4 de outubro de 2013).
95. CIgC, 2349, citando St.
Ambrósio, De viduis 4.23
96. Cf. CIgC, 1646. Veja-se
acima n. 58.
97. Cf. CIgC, 2391. Veja-se
acima n. 58.
98. Veja-se acima n. 60.
99. Cf. Lc 1, 38.
100. CIgC, 2347.
101. CIgC, 2348.
102. CIgC, 1624.
103. FC, 13
104. Cf. Jo 1,14; 17, 24.
105. CIgC, 2344.
106. CIgC, 1658.
107. CIgC, 1658.
Maravilhoso!!!
ResponderExcluirExcelente.
ResponderExcluirMaravilhoso.
ResponderExcluirMuito profícuo! Obrigado e Deus seja louvado!
ResponderExcluirParabéns! Um texto rico e tão cheio de esclarecimentos. Obrigado.
ResponderExcluirParabéns!
ResponderExcluirSou leiga celibatária de coração, sim digo dessa forma pois tendo limitações de saude nao pude entrar pra vida religiosa e nao posso se quer ter uma vida publica e social, demonstrando o meu papel na Igreja. Mas posso dizer à todos aqueles que pensam em se aproximar do celibato que antes de qualquer formalidade que venham lhes impor para que se oficialize esse estado de vida, antes disso, vem sua alma, sua alma e seu corpo precisam ser "oficialmente" todos de Deus! Que Deus nos ajude.
ResponderExcluirQue linda sua mensagem, que alegria saber que você é uma leiga celibatária, eu concordo com você que deveria ser oficializado esse lindo estado de vida. Eu também vivo dessa forma, que Deus nos abençoe e nos faça santas!!!
ExcluirMaravilhoso e edificante! Deus Seja Louvado!
ResponderExcluirQuanta gente sofre e se desencaminha por aí por não receber essa boa doutrina e acabar em um dilema entre forçar-se a casar ou a adotar a vida consagrada.
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