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segunda-feira, 4 de julho de 2022

[Esp] Meios para alcançar a castidade


MEIOS PARA ALCANÇAR A CASTIDADE


Quais são os meios eficazes para alcançar a virtude da castidade e superar os vícios contrários?


Responde-se que são os seguintes:


1. Ser devoto da Virgem Maria.

2. Pedir insistentemente este dom a Deus Nosso Senhor.

3. Fugir das ocasiões e perigos de pecar.

4. Afastar-se das más companhias.

5. Fugir da ociosidade, ocupando-se de forma honesta.

6. Frequentar os Sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia.

7. Jejum e vida ascética.

8. Conhecer as tentações e resistir-lhes logo no princípio.

9. Ter, se possível, um só confessor, recorrendo a ele sempre que houver necessidade.

10. Dar-se ao exercício da oração mental (meditação).

11. Considerar os exemplos dos castos e estar advertido das desgraças que a impureza traz.

12. Andar na presença de Deus.

13. Discernir (com seu diretor) se é possível fazer uma promessa ou voto de castidade para vivê-la com mais perfeição.

14. Discernir e viver bem seu estado de vida.


Quem perseverar nesses esforços, não desanimando com as recaídas, nem se acovardando com as dificuldades contrárias, sem dúvida alguma alcançará de Deus esse dom preciosíssimo, e da tormenta das tentações chegará no alegre porto da paz e da tranquilidade de alma.


(extraído e adaptado do livro Armas da Castidade, do Padre Manuel Bernardes)

sexta-feira, 25 de maio de 2018

[Esp] Devoção a Maria e atração pelo mesmo sexo (III)

O mês de maio é o mês especialmente dedicado a  Maria Santíssima. Em atenção à indicação de nosso fundador, o Padre John F. Harvey, que em seu opúsculo “Plano espiritual para redirecionar a vida para o homossexual de hoje” discorre sobre a necessidade que uma pessoa com atração pelo mesmo sexo (AMS) tem de praticar a devoção a Maria Santíssima, exemplo maior de castidade depois de Jesus, continuamos nossa série de textos extraídos do livro “Maria, mulher que encanta. Devoção a Nossa Senhora”, do Padre Estevão Maria Manelli.



PRÁTICAS DE DEVOÇÃO

A NOSSA SENHORA



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OS QUINZE E OS CINCO PRIMEIROS SÁBADOS


São dois exercícios de piedade mariana muito estimados pelo povo em geral. A devoção dos cinco primeiros sábados veio de Fátima e foi apresentada por Lúcia, a vidente da Cova da Iria. Foi um dom do coração imaculado de Maria que em Fátima disse: "Jesus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu coração imaculado, e a quem aceitar prometo a salvação."

Esta devoção, porém, tinha já diversos séculos de vida. S. Matilde e S. Gertrudes cultivavam-na intensamente; S. Bernardino de Sena pregou sobre ela com ardor; S. João Eudes, no século XVII, foi, de certo modo, pai e apóstolo desta devoção, compondo a missa e o ofício do coração imaculado de Maria, instituindo duas famílias religiosas e escrevendo o precioso tratado. O coração admirável da Mãe de Deus.

Em Fátima a Santíssima Virgem confirmou publicamente esta devoção, com três notas de maior relevo: 1) o culto ao coração imaculado de Maria e a devoção apropriada para os nossos tempos; 2) exige a reparação das ofensas feitas ao mesmo coração imaculado; 3) pede que o mundo inteiro seja a ele consagrado.

Resultado de imagem para nossa senhora de fátima infernoNossa Senhora disse a Lúcia: "O meu coração imaculado será o teu refúgio e a estrada que te conduzirá a Deus." E aos três pastorinhos, depois de lhes ter mostrado o inferno, disse: "Viram onde vão parar as almas dos pecadores! Para salvá-los Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu coração imaculado, e se fizerem o que eu disser a vocês muitos se salvarão."

No dia 10 de dezembro de 1925, a Lúcia já religiosa, Nossa Senhora disse: "Olha, minha filha, o meu coração todo transpassado pelos espinhos, com os quais os homens ferem-no a cada momento, com blasfêmias e ingratidões. Tu, ao menos, procura consolar-me e anunciar ao mundo que eu prometo de assistir na hora da morte, com as graças necessárias para a salvação, todos aqueles que no primeiro sábado, por cinco meses consecutivos, se confessarem, fizerem a comunhão, rezarem o terço e me fizerem companhia por quinze minutos, meditando sobre os mistérios do rosário, com a intenção de fazerem reparação ao meu coração imaculado."

Resultado de imagem para imaculado coração de mariaEste é o dom do coração imaculado de Maria! Aceitemo-lo com gratidão! É um meio excelente de filial filial reparação ao coração de nossa Mãe e de seguro refúgio para as nossas almas.

A devoção dos quinze sábados teve o seu maior apóstolo no Beato Bártolo Longo. É uma devoção inspirada no santo rosário, na sucessão dos quinze mistérios durante quinze sábados, como meio de preparação para as festas do rosário, 7 de outubro e 8 de maio (Festa de Nossa Senhora de Pompéia). Para cada sábado pede-se a confissão e a comunhão e a reza de um terço.

Este exercícios de piedade mariana é muito salutar para a alma e para o corpo, porque incentiva a contemplação e a imitação da Santíssima Virgem nos mistérios do rosário, aproxima dos sacramentos e obtém assinaladas graças também na ordem temporal.

terça-feira, 1 de maio de 2018

[Esp] Maio, mês de Maria, nossa mãe e intercessora


A devoção a Maria é essencial a todo homem ou mulher com atração pelo mesmo sexo (AMS). Exemplo de pureza, Maria é nossa intercessora, nossa Mãe, nossa advogada, nosso abrigo. Não há batalha pela castidade que não seja vencida pela devoção a Nossa Senhora.

Mês de maio, mês de Maria, afetuosíssima Mãe dos fiéis católicos. Assim como o mês de outubro, maio é um mês dedicado a Santíssima Virgem; tendo como centro as orações dedicadas a Ela, em especial o Santo Rosário, que nos faz meditar os Mistérios de nossa Redenção.

Abaixo transcrevemos o primeiro capítulo do livro "Um mês com Maria", do padre Stefano Maria Manelli (disponível para download  na página Alexandria Católica http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2011/05/um-mes-com-maria-santissima.html), um franciscano da Imaculada, nascido em 1933 e filho de filhos espirituais de Padre Pio, do qual o menino recebeu a primeira comunhão. O livro contém uma meditação para cada dia, baseadas em escritos e histórias de santos, com pequenos votos ao final de cada uma. 

Os dias ficam mais leves de serem vividos quando entregamos tudo a Ela, pois Ela entrega tudo a Cristo, como São Luís Maria Grignon de Montfort escreveu em seu Tratado de Devoção: Maria, conhecendo Seu Filho, sabe como melhor entregar nossos pedidos e agradecimentos a Cristo.



O MÊS DE MARIA




"Eis que finalmente voltou o mês da linda Mãezinha!" Assim escreveu uma vez o padre Pio de Pietrelcina no começo do mês de Maio. É assim mesmo! Há séculos que o mês de maio é o mês de Maria por excelência, o mês da linda Mãezinha. É o mês mais lindo do ano pelo amor primaveril que o reveste; por isso é consagrado Àquela que a Igreja canta e louva como a "Toda Bela". É o mês que desabrocha perfumadas rosas no calor da ridente natureza; por isso é consagrado Àquela que a Igreja exalta como "Rosa Mística".

"Mês de maio - assim dizia o Papa Paulo VI - nós nos recordamos da alegria infantil com a qual, indo à escola, levávamos flores para o altar de Nossa Senhora; velas, cantos, orações e promessas, davam alegre expressão à nossa devoção à Maria Santíssima, que então nos aparecia como Rainha da Primavera, primavera da natureza e primavera das almas".

O mês das graças

Maio também é chamado o mês das graças e das glórias de Maria, porque nesse mês se recebem abudantes graças celebrando as glórias da Mãe e Rainha universal. Sobretudo pelos frutos espirituais que produz, o mês de maio canta as mais altas glórias de Maria, medianeira de todas as graças. São graças de todos os tipos que Ela doa amorosamente a quem celebra esse mês. Graças de progresso espiritual, de renovação de vida, de conversão; graças temporais para a saúde, para o trabalho, para os estudos, para o crescimento, para a família. Quantas graças nesse mês abençoado!

São Maximiliano Maria Kolbe, para ajudar o irmão em perigosas angústias espirituais e materiais, não achou remédio mais eficaz do que recomendar-lhe fazer o mês de maio; e lhe mandou livrinhos úteis para seguir o mês mariano dia após dia.
  
Um mês de maio por engano

Um jovem hebreu, Hermano Cohen, encontrando-se em Paris para estudar música, tinha-se dado ao jogo e á dissipação. Necessitando de dinheiro para satisfazer as suas brutas paixões, achou um emprego de tocador de órgão na Igreja de Santa Valéria, por todo o mês de maio. Nas primeiras vezes, ele tocava com total indiferença, como simples trabalhador. Mas, sem querer, estando ali, tinha de escutar os sermões que se faziam sobre Nossa Senhora. Dia a dia escutando, o seu espírito começou a perturbar-se e o seu coração a comover-se. No fim do mês de maio, pensou seriamente em se preparar para o batismo e se tornar Católico. E não muito tempo depois se fez batizar naquela mesma Igreja. Junto recebeu o dom da vocação religiosa; transformou-se em um religioso carmelitano e morreu em conceito de santidade. Quantas graças não recebeu ele por aquele mês de maio feito por acaso!

Pela Igreja Inteira

Fazer o mês de maio é, então, acumular graças, é resolver problemas ou situações dolorosas, é obter o patrocínio da Mãe divina. Por isso a Igreja, os Pontífices, os santos, recomendam tanto de celebrar, com devoção, os meses marianos. O Papa Paulo VI, em 1965, publicou uma Encíclica sobre o mês de maio para reafirmar expressamente que a Igreja o considera o mês mais fecundo de oração e de graças celestes para todas as necessidades para a Humanidade e para a Igreja: "Porque o mês de maio traz essa poderosa chamada a uma intensa e confiante oração e porque nele os nossos pedidos acham mais fácil acesso ao coração misericordioso da Virgem; foi feito uso pelos nossos predecessores escolher esse mês consagrado a Maria para convidar o povo cristão para orações públicas, cada vez que a Igreja o necessitasse ou que qualquer perigo ameaçasse o mundo!"

Façamo-lo bem

Não percamos essa grande ocasião de Graça! E procuremos fazer com que ninguém perca. Convidemos os nossos amigos e nos esforcemos a fazer nossos caros participar às funções do mês mariano. Maria não despedirá ninguém de mãos vazias. Lembremo-nos que Ela mesmo, aparecendo com as mãos que projetavam raios luminosos, disse a Santa Catarina Labouré: "Estes raios são o símbolo das graças que Eu estendo sobre as pessoas que mo pedem". E Santa Catarina, com o exemplo de São Felipe Néri, São Camilo, Santo Afonso Maria de Ligório e de tantos outros santos, queria que sobretudo o mês de maio se intensificasse a oração mariana, o humilde recurso Àquela que se assenta no "trono das graças, para obter misericórdia e achar graças na necessidade" (cf. Hb 4, 16). Aos pés de Maria achamos a fonte de todas as graças e da santidade.

Votos

- Se empenhar para levar alguém à Igreja durante o mês mariano;
- Recitar o Rosário para que muitos dediquem o mês de maio a Maria;
- Rezar a São José, para que nos ensine nesse mês de maio a amar Nossa Senhora.


domingo, 8 de outubro de 2017

[Esp] Devoção a Maria e atração pelo mesmo sexo (II)

O mês de outubro é dedicado também a Maria Santíssima, sendo sua principal festa a do dia 7, de Nossa Senhora do Rosário. Em atenção à indicação de nosso fundador, o Padre John F. Harvey, que em seu opúsculo “Plano espiritual para redirecionar a vida para o homossexual de hoje” discorre sobre a necessidade que uma pessoa com atração pelo mesmo sexo (AMS) tem de praticar a devoção a Maria Santíssima, continuamos nossa série de textos extraídos do livro “Maria, mulher que encanta. Devoção a Nossa Senhora”, do Padre Estevão Maria Manelli.



PRÁTICAS DE DEVOÇÃO

A NOSSA SENHORA






O SANTO ROSÁRIO


O santo rosário é o vínculo de amor que nos mantém unidos a Maria pela suave repetição da Ave Maria, enquanto contemplamos a celeste mãe com Jesus nos quinze mistérios: gozosos, dolorosos e gloriosos. O rosário é uma verdadeira corrente de amor, é um encontro de amor, de uma parada de amor durante a qual tantas vezes dizemos a Nossa Senhora: “Te amo, te amo, te amo!” Ter o terço entre as mãos é como segurar a mão de Nossa Senhora entre as nossas, é como ter um feixe de rosas para oferecer uma por uma à nossa Mãe e rainha.

Resultado de imagem para rezando o terço homemO terço pode ser rezado por todos, velhos e crianças, jovens e adultos, doutos e simples. Para rezar o terço, qualquer tempo e qualquer lugar é oportuno. Bem próximo a nós recordemos os três pastorzinhos de Fátima, sempre humildes e fervorosas na reza do terço: nos campos ou em casa, sãos ou doentes. O servo de Deus Pe. Anselo Treves recitava o terço em toda parte e muitos, para “saciar-se de Ave-Marias” e para “semear Ave-Marias” ao longo de todas as estradas. O servo de Deus Giacomino Gaglione levava sempre consigo a coroa do rosário como sinal visível de sua ardente devoção.

O servo de Deus D. Dolindo Ruotolo estava sempre com o terço entre as mãos: na Igreja, em casa, no púlpito, pelas estradas...

Qualquer lugar é apropriado para a reza do terço, mas o lugar ideal é diante do Santíssimo Sacramento ou diante de um altar de Nossa Senhora. Não se pode esquecer que se ganha as indulgências plenárias quando o terço é rezado na Igreja, em família ou em grupo, sempreque se tenha feito a confissão e a comunhão.

Imagem relacionadaToda ocasião, toda circunstância, todo motivo é bom para a reza do terço. É apropriado para as alegrias e para os sofrimentos, para os sucessos e para os insucessos; se se deseja obter a saúde física ou espiritual; se se deseja alcançar graças ou se quer agradecer; para salvar almas e para livrá-las do purgatório. Justamente por isso dizia Lúcia de Fátima: “Desde quando Nossa Senhora deu importância ao rosário não existe mais problema material ou espiritual, nacional ou internacional, que não se possa resolver com ele”.

Por isso os santos foram amantes apaixonados do rosário. Poderia até parecer que não encontravam outro meio melhor para manifestar a própria devoção a Nossa Senhora. Santos antigos e recentes, a partir do momento em que Nossa Senhora entregou o rosário à humanidade, empenharam-se com todas as forças não em rezá-lo somente, mas também em conduzir outros a fazerem o mesmo.

S. Pascoal Bailão fazia ele mesmo os terços com cordas e os oferecia aos outros, incentivando-os a rezá-lo.

S. Pompilio Pirrotti tinha se afeiçoado tanto à reza do terço que confeccionou uma quantidade tão grande deles, que só um milagre pode explicar. De fato, dizia-se que ele trabalhava de noite ajudado por Nossa Senhora na confecção dos terços.

O último gesto do S. Cura D’Ars em seu leito de morte foi o de oferecer um terço a uma pessoa que estava presente.

Poderíamos citar ainda muitos outros santos, mas lembraremos apenas de Pe. Pio de Pietrelcina, o humilde e grande capuchinho que quotidianamente rezava uma infinidade de terços e todos os dias distribuía-os em grande número aos fiéis e aos filhos espirituais, como sua “herança”. Antes de morrer ainda recomendou: “Rezai sempre o terço!”

Depois das conselhos de Nossa Senhora em Lourdes e em Fátima, depois do exemplo de tantos santo, façamos também nós o propósito de encontrar todos os dias ao menos quinze minutos – o que são quinze minutos? – para rezar o terço. Serão quinze minutos em companhia amorosa com Nossa Senhora, quinze minutos de graças para nossa alma, todos os dias. Melhor ainda se nos empenharmos a rezá-lo em companhia dos outros, especialmente com a própria família, como muito recomendou o Papa Paulo VI. Ver-se-á então toda a família reunida para amar Nossa Senhora, protegida pelo seu materno manto. É preciosíssima a exortação do Papa Paulo VI de se colocar o rosário junto à liturgia, por exemplo, como preparação e agradecimento à santa missa e à comunhão. Assim fazia Pe. Pio, que se levantava alta noite para rezar muitos terços em preparação à santa missa.

Pensemos na eficácia dos mistérios dolorosos em preparação ao sacrifício eucarístico, no qual se renova toda a Paixão e Morte de Jesus, contempladas nos mistérios do rosário. Pensemos na beleza dos mistérios gozosos como agradecimento à santa comunhão: como Nossa Senhora no momento da Anunciação, também nós temos Jesus fisicamente presente, na alma e no corpo, enquanto dura a Santa Hóstia em nós (uns quinze minutos mais ou menos). Como Nossa Senhora, podemos adorar em nós Jesus, o Deus encarnado; como Nossa Senhora podemos levar Jesus conosco, em nossa casa, pelas estradas, nos ambientes de trabalho; podemos gera-lo nas almas com os nossos atos de sacrifício, com os exemplos edificantes de caridade, de pobreza, de pureza, de humildade e de desprendimento.

Juntamente ao terço são recomendadas a coroa dos sete gozos e a das sete dores de Maria Santíssima, que nutriram a devoção mariana de muitas almas eleitas.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

[Esp] Devoção a Maria e atração pelo mesmo sexo (I)

Nosso fundador, o Padre John F. Harvey, em seu opúsculo “Plano espiritual para redirecionar a vida para o homossexual de hoje”, que pretendemos editar em breve, discorre sobre a necessidade que uma pessoa com atração pelo mesmo sexo (AMS) tem de praticar a devoção a Maria Santíssima. Nossa Senhora é o exemplo maior de pureza e castidade que podemos ter, além de Nosso Senhor Jesus Cristo. Maria é o auxílio de todos aqueles que lhe pedem a ajuda que uma mãe dá ao filho. Em nossas batalhas, será sempre a consoladora, aquela que não nos negará amparo e incentivo, seja nas derrotas, seja nas vitórias. Além disso, para aqueles que experimentam ou experimentaram problemas familiares com suas respectivas mães, ela é a mãe que está sempre presente. Como exprimir a ela essa devoção? Essa é a intenção de nossa série, com textos extraídos do livro “Maria, mulher que encanta. Devoção a Nossa Senhora”, do Padre Estevão Maria Manelli.



PRÁTICAS DE DEVOÇÃO

A NOSSA SENHORA







A devoção a Nossa Senhora é como um jardim cheio de canteiros floridos. Em cada canteiro há flores diversas, belas e perfumadas. As diferentes cores e formas das flores formam a beleza maravilhosa de cada canteiro e de todo o jardim.

Cada canteiro representa uma prática de amor a Nossa Senhora. Existem tantas práticas de amor e falar de todas seria impossível. Nós nos limitaremos às mais importantes e conhecidas.

CONSAGRAÇÃO A MARIA

A consagração é certamente a prática de devoção mais bela e empenhativa. Por isso não pode ser feita com superficialidade, sem uma verdadeira preparação e muito exercício.

Com a consagração, a pessoa se oferece inteiramente a Maria, dependendo dela em tudo e por tudo. Se é feita com seriedade, comporta o abandono total nas mãos de Nossa Senhora. A partir do momento da consagração ela deve entrar na vida da pessoa consagrada para “marianizá-la” completamente, de tal maneira que esta deve chegar a “viver com Maria, por Maria e em Maria”, como ensina S. Luís de Montfort. Mas quantos são aqueles que realmente faze e vivem desta maneira a consagração mariana?

Existem duas espécies de consagração a Nossa Senhora:


S. Luís de Montfort
1) A consagração simples – é a que se faz em particular ou em qualquer associação mariana (Filhas de Maria, Legião de Maria, Milícia da Imaculada etc.) e comporta uma pessoal dedicação a Nossa Senhora, muita generosidade e zelo no apostolado individual. A este tipo de consagração pertence também a consagração das famílias (tão recomendada por S. Gregório) das crianças (mesmo antes de nascerem), de uma instituição, de uma cidade, de uma nação etc.

2) A consagração como “escravo” é ensinada por S. Luís de Montfort e exprime, acima de tudo, o sacrifício da liberdade para viver acorrentado e sob o domínio do amor de Nossa Senhora.

S. Maximiliano Kolbe
A consagração como “propriedade” é ensinada por S. Maximiliano Maria Kolbe e exprime a incondicionada entrega de si até perder-se totalmente nas mãos da Imaculada, como “instrumento ou coisa” sua.

A consagração como “vítima de holocausto” se inspira na oferta de S. Teresinha como vítima do amor misericordioso de Jesus e exprime a total imolação de si mesmo a Deus como holocausto do amor misericordioso de Maria.

Idênticas na substância, cada uma desta formas de consagração quer levar a devoção filial a Nossa Senhora de maneira mais profunda e radical; quer aprofundar as raízes no coração imaculado de Maria, com a certeza de que “quem se enraíza em Maria, se santifica” (S. Boaventura). A experiência dos santos nos assegura exatamente isso.

(continua)


segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

[Esp] Imaculada Conceição de Maria


pelo Padre Émile Neubert




[Em seu "Plano espiritual para redicionar a vida para o homossexual de hoje", o padre John Harvey, nosso fundador, sugere que a pessoa com AMS, além de outros elementos para o plano de vida, tenha alguma forma de devoção à Virgem Maria e aos santos. A verdadeira devoção a Maria, como ensina S. Luís Maria Grignion de Montfort, é sinal de predileção do Céu. Maria venceu o mundo e o demônio e é exemplo para nós, seus filhos e filhas que temos a batalha diária com a atração pelo mesmo sexo. Como Mãe da pureza, Maria vela particularmente por cada um de nós, para que tenhamos, por sua intercessão, a graça necessária para alcançarmos a castidade de corpo e de coração. Entreguemo-nos, assim, ao cuidado de nossa Mãe do Céu e repitamos, sem cessar, em todos os momentos, a cada dificuldade que se apresentar em nossa batalha, a jaculatória tão conhecida: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.]


A Imaculada Conceição é em primeiro lugar um mistério de pureza singular. Existem no céu e na terra almas totalmente puras, entretanto a pureza da Imaculada foi única, pois só Maria foi pura desde a sua conceição; é também única pela revogação da lei universal decorrente do pecado original, que só existiu neste mistério. É verdade que nossos primeiros pais e os anjos foram criados imaculados, mas neles a ausência do pecado estava de acordo com a lei da sua condição. Maria, pelo contrário, foi sempre imaculada apesar da sua condição, que a sujeitaria ao pecado original da mesma forma que se aplicou aos outros seres humanos. As consequências desse privilégio único foram também únicas: plenitude de graça, dons de integridade, perfeição espiritual e corporal. A Imaculada Conceição foi também uma preparação para a maternidade divina, que em Maria é outra dignidade única.

Por ser a Imaculada Conceição um mistério de pureza, é também um mistério de amor, pois a pureza é uma condição para o amor a Deus. Desse ponto de vista, a pureza original de Maria deve agradar sumamente a Deus, mais ainda do que sua pureza virginal, pois poderia não ofender a Deus se sacrificasse a segunda, ao passo que sem a justiça original Ela estaria privada dessa pureza sem a qual a amizade com Deus não é possível. Graças à sua pureza original, seu amor a Deus adquire uma característica inteiramente singular. Compare-se isso com a diferença de sentimentos entre uma esposa que admitiu um pensamento de infidelidade a seu marido durante um momento e outra que sempre manteve inviolável a fidelidade; ou ainda a que existe entre uma alma que num só instante consentiu numa sugestão má, e outra que, em meio a todos os ataques de Satanás, conservou sua pureza batismal. Por mais que as duas primeiras de ambos os exemplos tenham reparado suas faltas, nos corações das outras duas há uma satisfação íntima que lhes dá a consciência de terem sido sempre fiéis. Uma satisfação assim, porém incomparavelmente maior, deve ser a de Maria, por jamais ter permanecido em estado de inimizade com Deus. Como Imaculada, Ela se sente a filha bem amada do Pai, abraça seu Filho e se une ao Espírito Santo, com simplicidade, confiança e delicadeza de amor que só pertencem a Ela, pois somente nela não existe a lembrança de um momento em que tal atitude foi permitida.

Nós participamos da alegria da Imaculada, exaltamos ante o pensamento de que uma criatura humana livrou-se inteiramente das tentações de Satanás, e sabemos também que essa criatura é nossa Mãe, nascida de uma raça universalmente manchada, mas se manteve mais pura e brilhante do que o mais sublime dos anjos.

Pelo mistério da Imaculada Conceição, Maria triunfou sobre Satanás, autor de todo mal, com um triunfo sem precedentes. Sob o calcanhar dela, Satanás sofreu sua primeira derrota completa, absoluta e irreparável, como jamais sofrera desde o início do mundo. Foi um triunfo a própria proclamação desse mistério, apesar de tantos obstáculos. Pela sua proclamação, a solene afirmação do reino da graça triunfou contra o materialismo invasor, que parecia desfechar os últimos golpes sobre a fé em realidades sobrenaturais; e ao mesmo tempo reafirmou a autoridade pontifícia, num momento histórico em que todos os poderes humanos e infernais estavam conluiados contra Ela.

A Imaculada Conceição não faz lembrar apenas o longínquo triunfo da Virgem no dia de sua conceição no seio de Santa Ana, ou sua glorificação por todo o universo católico em 1854. Trata-se do símbolo e anúncio de um triunfo mais amplo e mais durável. Somos interessados nesse triunfo, pois pertence também a nós a causa de Maria, que juntamente com sua posteridade deve esmagar a cabeça da serpente, e essa posteridade somos nós, começando por Jesus. A guerra entre o demônio e a raça da Mulher, que começou no início do mundo, durará até o fim dos tempos, e a glorificação da Imaculada Conceição deu realce surpreendente ao papel da Mulher nessa guerra. Cada vez mais manifestamente, é sob a direção dela – Maria duce – que a luta deve prosseguir; e para sermos vencedores, é em seu nome que os soldados devem combater. Com Ela a vitória é certa, pois debaixo dos seus pés a serpente se contorce impotente. Portanto, a Imaculada Conceição é um triunfo para Maria, mas também para nós.

A definição desse privilégio foi a proclamação do reino de Maria nos tempos atuais e do apostolado mariano completo, que é o apostolado por meio dela e sob o seu comando. Isso é o que todos os católicos sentiram, pelo menos vagamente. Alguns o compreenderam claramente, inspirando-se nessa indicação providencial para imprimir orientação francamente mariana à sua vida e ao seu apostolado. E os fatos deram razão à sua fé.


(Neubert, Padre Émile. Maria Santíssima como a Igreja ensina. São Paulo: Petrus, 2013)


domingo, 9 de outubro de 2011

[Esp] Rosário e devoção à Santíssima Virgem

A solenidade do Santo Rosário nos convida a contemplar os mistérios do nascimento, morte e ressurreição de Jesus pelos olhos imaculados de Maria. Nosso Senhor é claro quando nos diz que os olhos são a lâmpada do corpo, pois brilham como a alma brilha e indicam o que a alma indica. Uma alma que não arde por amor a Deus, está apagada e, em seu interior, há apenas escuridão e frio. Porém, a alma que é fervorosa, crendo contra toda dúvida, esperando contra toda desventura e amando contra todas as ofensas, é incendiada pelo fogo do Espírito Santo e seus olhos transparecem esse lume. Ousamos dizer, como Igreja, que não há entre as criaturas olhos como os de Maria. Pois, Nosso Senhor disse que os puros de coração verão a Deus. Ora, haverá coração mais puro do que aquele que nunca pecou? Por isso, não é um olhar qualquer o da Santíssima Virgem. 

"Como és formosa, amiga minha! Como és bela! Teus olhos são como pombas" (Cântico dos cânticos I, 15).

Seus santos olhos veem o que o pecado nos impede. O mesmo diz Santo Afonso Maria de Ligório, quando diz que não há fé maior que a da Santíssima Virgem:

"A fé de Maria exedeu a de todos os homens e a de todos os anjos. Em Belém, viu seu Filho no estábulo e acreditou nele como criador do mundo. Vi-o fugir de Heródes e nunca sua fé hesitou em ver nele o Rei dos reis. Vi-o nascer e acreditou que Ele era o Eterno. Vi-o pobre, de tudo desprovido, e acreditou nele como Senhor do universo. Vi-o reclinado nas palhas e adorou-o como Onipotente. Viu-o sem pronunciar palavra e acreditou que Ele era a Sabedoria Eterna. Ouvi-o chorar e reconheceu-o como a Alegria do Paraíso. Vi-o, por fim, morrer, exposto a todos os insultos, pregado na cruz, e, embora a fé de todos vacilasse, Maria perseverou na crença inviolável de que Ele era Deus".

Haverá alma que se iguale a essa? A verdade é que nossas almas são frias, pois nossa fé é muito pequena, ainda menor que um grão de mostarda. Porém, Deus não nos abandona. Seu amor é para sempre, como dizem os Salmos. O Senhor é a luz que ilumina nossas vidas, como diz Santo Agostinho: a vida de nossas vidas. Dentro de nós, ainda há um fogacho do Amor infinito, uma pequena chama acesa pela Misericórdia Divina. Não há razão para desespero, quando, meditando os mistérios do Santo Rosário, relembramos a obra da redenção. Como diz o próprio termo, Jesus redirecionou nossas vidas. Estávamos caindo no precipício, dentro da armadilha armada por nossos inimigos — que desejam nossa condenação —, mas o Cristo salvou-nos. O encarnação daquele que é Deus deu-nos o Verdadeiro Pão, a Palavra que sai da boca de Deus. A humilhação do Rei revestiu-nos de glória. A morte daquele que é a Vida pagou nossas dívidas. A ressurreição do Santo deu-nos a vida eterna. A ascensão daquele que é o Caminho abriu-nos as estradas do Paraíso.       

Direcionamo-nos a Maria, porém, pelas suas delicadas mãos, somos conduzidos a Jesus. Nós dizemos: Ad te clamamus exules fillii Hevae, isto é, gritamos a ti, Santíssima Mãe do Senhor, pedindo por sua compaixão, nós que pertencemos à geração corrupta da desobediência de Eva, nós que fomos expulsos da Pátria Celeste, nós que vivemos exilados neste mundo — onde sofremos as consequências dos nossos erros e dos erros dos nossos Pais do Éden —, nós que somos degredados, ou seja, homens e mulheres tidos como criminosos, postos em barcos para longe do Paraíso, nós que vagamos nesses mares tempestuosos, perdidos, arrependidos, em busca da nossa terra natal, nós te pedimos, adote-nos como filhos teus.  Ouvindo esse apelo, socorre-nos prontamente esta que é o refúgio dos pecadores. Sob seu manto, caminhamos como pecadores encolhidos por nossa vergonha, até diante do Senhor, a quem somos apresentados como filhos. 

Bem disse Nosso Senhor: "Mulher, eis aí teu filho". Recordando-se da promessa do Gênesis, o Filho de Deus cumpre a promessa ameaçadora feita à serpente: "Porei inimizade entre ti e a mulher. Ela te esmagará a cabeça". É certo que Maria esmagou a cabeça de satanás, por sua humildade e por sua fé em Deus.

Por isso, pedimos a Santíssima Virgem que nos acolha como filhos seus. Vivemos em um verdadeiro vale de lágrimas. Somos ludibriados todos os dias pela falsa felicidade do pecado. A cada dia, parece que nos afastamos mais da Pátria Celeste, perdidos nos mares deste mundo, amedrontados pelas tempestades, famintos do Pão do Céu e sequiosos da Água da Vida. Queremos que nossas almas sejam novamente inflamadas pelo amor de Deus, assim como os serafins que se consomem pelo fogo do Amor, diante do trono de Deus. Queremos que nossos olhos sejam restaurados pela fé.



Pedimos a ti, Santa Maria, Mãe de Deus, roga por nós, pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.   
Salve Maria

sexta-feira, 13 de maio de 2011

[Esp] Maria

Neste mês de maio, veneramos a mais perfeita das criaturas de Deus: Maria, mãe de Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.



"Fazei tudo o que Ele vos disser" (Jo II, 5)

Segundo a Tradição, Maria foi filha de Santa Ana e São Joaquim, pessoas justas e fiéis ao Senhor e que a Santa Igreja proclama como santos. Santa Ana era de idade avançada e aprouve a Deus conceder-lhe a graça de ser a mãe da criatura mais perfeita e sem qualquer mácula do pecado.

Ainda muito jovem, Maria foi dada em casamento a José, homem justo da tribo de Judá, que trabalhava como carpinteiro. Alguns especulam que Maria tivesse por volta de 12 anos. Contudo, antes de ir habitar com José, o anjo Gabriel anunciou-lhe que ela seria a Mãe do Senhor. Naquele tempo, estar grávida sem estar casada era infâmia passível de apedrejamento. Mas, mesmo sendo tão nova e mesmo correndo sério risco de morrer, Maria aceitou carregar em seu imaculado ventre Aquele que viria a transformar para sempre a história dos homens. Maria disse para Cristo o "sim" que jamais foi calado.

A Santa Igreja nos ensina cinco coisas a respeito de Maria:

(1) Maternidade divina: Maria é Mãe de Deus, dogma proclamado pelo Concílio de Éfeso, em 431.

(2) Virgindade perpétua: Maria foi sempre virgem: antes, durante e depois do parto que deu à luz Jesus. 

(3) Santidade absoluta: Maria é plenamente santa e nunca pecou; "Ave, gratia plena, Dominus tecum" (Lc I, 28)

(4) Imaculada conceição: Maria foi concebida sem o pecado original, dogma definido pelo Papa Pio IX na bula Ineffabilis Deus, em 1854.

(5) Assunção aos Céus: Maria foi levada de corpo e alma para os Céus, dogma proclamado pelo Papa Pio XII na encíclica Munificentissimus Deus, em 1950. 

Diante de tantas preciosidades dita a respeito de Maria, o que nós, que enfrentamos a batalha pela castidade, podemos aprender com ela?

Maria nos ensina a esperar em Deus. Toda a vida de Maria foi como uma seta apontando para Deus. No Magnificat, Maria humilha-se como ninguém diante do Deus Salvador, Aquele cujo Nome é Santo e Poderoso: "..quia respexit humilitatem ancilae suae" (Lc 1, 48). Segundo o Online Etymology Dictionaty, o termo latino humilitas,-atis vem de humilis,-is, que, por sua vez, vem de humus,-i que, em português, significa terra. Desse modo, como ninguém, Maria viveu a humildade, pois entendeu e reconheceu em si mesma aquilo que é dito no Salmo CII,14: "porque Ele sabe de que é que somos feitos, e não se esquece de que somos pó ". Mas, Maria não só reconheceu sua total pobreza diante de Deus, ela também fez-se escrava Daquele que é Amor: "Ecce ancilla Domini, fiat mihi secundum verbum tuum", "Eis a escrava do Senhor, seja feito em mim segundo tua palavra" (Lc I, 38).

Assim, Maria nos ensina duas grandes lições espirituais: uma, que nós devemos reconhecer nossa fragilidade como seres humanos; outra que nós devemos nos confiar à vontade divina, reconhecendo  nossa completa dependência Dele.

Além disso, os que sentem atrações pelo mesmo sexo e que, como cristãos, enfrentam todos os dias o desafio de viver a castidade, encontram em Maria o Perpétuo Socorro e a Sede da Sabedoria. Como Perpétuo Socorro, Maria está sempre de olhos atentos a nossa dor, indicando-nos Cristo e Sua Cruz como nossa verdadeira fonte de vida e salvação. Como Sede da Sabedoria, Maria aconselha-nos insistentemente aquilo que sempre foi, para ela, a única fonte da verdadeira felicidade: "Fazei  tudo o que Ele vos disser" (Jo II,5).

No meio de um mundo em que se divulga, cada vez mais, um discurso de permissividade e desregramento, lugar onde sofremos dolorosamente e, tantas vezes, sozinhos por causa de nossa opção por Cristo, Maria permanece junto de nós como a onipotência suplicante, como aquela que, intercedendo sem cessar por nós, sofre conosco, orando conosco, caminhando conosco e, principalmente, ensinando-nos a caminhar em meio ao sofrimento sem que isso signifique a nossa destruição, pois ela foi a mulher cuja dor comparou-se ao do coração transpassado por uma espada e que, não obstante, não blasfemou, que não desistiu e que não foi derrotada.

Que neste mês de maio, aprendamos da Bem-Aventurada as virtudes que nos são necessárias para sermos melhores cristãos. Peçamos ao Bom Deus que Ele nos conceda a graça de, como Maria, permanecermos fiéis a Ele, dizendo um "sim" que nunca seja calado.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós